quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Plástica deixa contorno das coxas mais natural

Emagrecer é um sacrifício e depois de fechar a boca, fazer exercícios físicos e recorrer a outras estratégias para perder peso às vezes é necessário ir para a mesa de cirurgia para retirar a pele flácida. Barriga, braços e pernas estão entre as regiões que podem ficar com excesso de pele após grandes perdas de peso ou o chamado efeito sanfona.
“As coxas, por exemplo, possuem uma pele mais fina na parte interna e por isso não conseguem contraí-la após o emagrecimento, resultando em um aspecto flácido”, explica o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco.

Para retirar o excesso de pele das coxas é possível fazer uma dermolipectomia, nome dado ao procedimento que corrige as imperfeições da região, deixando-a com aparência mais natural e com menos flacidez.
“A gordura excedente também é retirada durante a intervenção cirúrgica. Dependendo da espessura de gordura que reveste o corpo é necessário associar outras técnicas a operação, como a lipoescultura, para que os resultados sejam mais satisfatórios”, esclarece o médico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Segundo Pacheco, a dermolipectomia abrange apenas o terço superior da parte interna da coxa. O cirurgião faz um corte sobre a linha da virilha e a pele é puxada para cima, assim o excesso pode ser retirado. “A cicatriz fica próxima a virilha e pode se estender até o sulco localizado abaixo do glúteo. O tamanho da marca depende da quantidade de pele que será eliminada e o cirurgião plástico sempre faz um planejamento que possibilite que a cicatriz fique escondida sob as roupas de banho”, aponta o especialista, mestre em Princípios da Cirurgia utilizando o laser.
A anestesia utilizada para este tipo de cirurgia plástica é a peridural com sedação ou geral e o paciente normalmente fica internado por 12 a 24 horas, conforme a sua recuperação e as orientações médicas. “É uma intervenção cirúrgica um pouco mais longa, que dura entre três e quatro horas. São feitos curativos na região e os pontos podem ser retirados duas semanas após a realização do procedimento. Dois dias após a operação o paciente é liberado para tomar banho completo, sem haver prejuízos aos resultados e a saúde”, destaca Pacheco, proprietário da Clínica Michelangelo de Cirurgia Plástica, em Curitiba.
No período de recuperação as principais recomendações são sobre a movimentação das pernas, já que quanto mais tração houver sobre a cicatriz, maior será o seu alargamento. O paciente é orientado a evitar movimentos excessivos, especialmente abrir muito as pernas. “Nos primeiros menos é comum haver um alargamento da cicatriz devido à tração natural que ocorre ao andar e também por causa da gravidade. Geralmente na primeira semana é preciso tomar antibióticos que ajudam a evitar quadros infecciosos e aliviam as sensações dolorosas”, acrescenta.
O resultado definitivo pode ser visto depois que os tecidos se acomodam e a cicatriz obtém o amadurecimento necessário. Este processo leva em torno de seis meses. “O resultado surge gradualmente. No primeiro mês a cicatriz possui um bom aspecto e é pouco visível. Com o passar do tempo a marca muda de cor, do vermelho para o marrom, e vai clareando naturalmente. O processo de cicatrização não pode ser apressado e o paciente deve tomar todos os cuidados, como evitar a exposição solar para que a cicatriz não fique escura”, orienta.
Uma dica é fazer drenagem linfática no período pós-operatório. A técnica ajuda a reduzir o inchaço e eventual insensibilidade. A drenagem é benéfica após qualquer cirurgia plástica, pois contribui para a eliminação de líquidos e toxinas do organismo. “A massagem melhora a circulação sanguínea, contribui para aumentar a imunidade do organismo ao estimular o sistema linfático e ajuda o corpo a reagir melhor à cirurgia. A técnica também agiliza o retorno da sensibilidade nas áreas operadas”, finaliza o cirurgião plástico.

sábado, 24 de setembro de 2011

Matéria na revista Estética e Plástica

Aumenta 500% a procura de homens por cirurgia plástica

A procura por homens por cirurgia plástica aumentou 500% em 15 anos, segundo pesquisa do Instituto Futura. Eles ainda são minoria nas clínicas de estética, mas representam um número bem expressivo, sendo 14% dos pacientes. A mudança de comportamento é bem clara, quando comparado há 15, 20 anos, quando o grupo representava apenas 3% das cirurgias realizadas no país.


Sem dúvida, a forte procura por tratamentos cirúrgicos vem causando uma evolução natural e constante de novas técnicas para o combate à calvície, cirurgia que a busca predominada por públicos masculinos. É o caso da revolucionária técnica do Fio Longo, onde unidades foliculares com fios de cabelos em seu comprimento original são transplantadas para a área receptora. O procedimento proporciona um confortável pós-operatório, pois camufla os sinais perceptíveis da cirurgia nas duas primeiras semanas, permitindo o retorno imediato ao convívio social e profissional. Outra importante vantagem da utilização da técnica tem relação direta com a autoestima. Logo após o procedimento cirúrgico, já é possível observar um resultado bem próximo de como o visual ficará ao final do processo.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Fisioterapeutas promovem boicote contra a novela 'Morde & Assopra'


   O autor Walcyr Carrasco, que despertou a fúria dos fisioterapeutas por conta de cena em novela das 19h


Indignada com uma cena da novela “Morde & Assopra”, da TV Globo, a fisioterapeuta Vanessa Traça criou no Facebook o evento “Boicote ao Auxiliar de Fisioterapia da Novela ‘Morde & Assopra’”.
A polêmica começou após a sequência, veiculada no capítulo dessa quarta-feira (31), em que o menino Rafael (Henry Fiuka) inicia tratamento fisioterapêutico com o personagem Renato (Fernando Roncato), que é apresentado como enfermeiro e auxiliar de fisioterapia.
No manifesto, que até a publicação desta notícia já tinha mais de 5.000 participantes, os internautas pedem uma retratação da TV Globo sobre o assunto. O Crefito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) postou em seu site uma nota de repúdio à cena afirmando que "a fisioterapia é uma profissão de nível superior regulamentada por lei” e que seu exercício “é exclusivo dos profissionais graduados em curso superior de fisioterapia”.
Procurado pelo UOL, o autor da trama, Walcyr Carrasco, disse ter ficado surpreso com o protesto, porque, na verdade, “só quis deixar claro que o enfermeiro não era um fisioterapeuta, mas que contribuiria dentro de suas limitações para amenizar a dor do paciente”.
“Quando ele disse que fez cursos técnicos, não se referiu à fisioterapia em si. Na minha cabeça, ele estava falando de cursos técnicos em terapias alternativas, das quais sou adepto. Mas acho que isso não ficou claro”, falou o autor.
Questionado se pretendia fazer alguma alteração na trama para acabar com o mal entendido, Carrasco declarou que não haverá alteração de trama porque nunca houve trama envolvendo essa situação. “Foi apenas uma cena sobre um menino que tem leucemia e é ajudado pelo enfermeiro dentro de suas possibilidades.”
Minutos depois, em sua conta no microblog Twitter, Carrasco, pressionado pelo que chamou de “patrulha”, disse que iria esclarecer melhor o assunto. E ironizou: “Vou escrever a história de uma fisioterapeuta psicopata que entorta as pessoas em vez de tratar!”

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Sites de compra coletiva são proibidos de oferecer drenagem linfática

Uma resolução do Coffito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) publicada no Diário Oficial da União de quarta-feira proibe a venda de de serviços de fisioterapia e terapia ocupacional em sites de compra coletiva. Entre os serviços mais comuns listados pelo conselho estão do de drenagem linfática, adiofrequência e aplicação de Manthus.

Em nota, o presidente do Coffito, Roberto Cepeda, informa que a comercialização desses pacotes, sem diagnóstico médico prévio, pode pôr em risco a saúde dos pacientes. "O profissional deve fazer primeiro uma avaliação e, só depois, indicar o tratamento mais adequado", explicou.

A resolução também informa que é proibida a divulgação de preços dos atendimentos como forma de propaganda. A punição para quem desrespeitar a resolução vai de advertência até a suspensão do exercício profissional.

A nota também afirma que não houve nenhum caso de morte ou problema de saúde grave por conta da venda indiscriminada desses serviços, mas que a ideia é "trabalhar preventivamente".

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Plástica depois dos 70 e até 80 anos vira moda nos EUA


  • Número de pacientes da terceira idade cresce cada vez mais nos consultórios de cirurgia plástica

  • A bisavó Marie Kolstad colocou implante nos seios
    Aos 83 anos, Marie Kolstad tem uma vida rica. Tem um emprego de período integral e uma vida social ativa, ocupada com 12 netos e 13 bisnetos. Mas havia uma coisa que precisava melhorar, diz ela: seu corpo. Na sua idade, diz Marie, "seus seios vão para um lado e seu cérebro para outro". Então, há algumas semanas, a viúva californiana se submeteu a uma cirurgia de três horas para levantar e colocar implantes nos seios - operação que custou cerca de 13 mil reais.
    "Fisicamente, estou em boa saúde, e sinto que devo tirar vantagem disso", afirma. "Minha mãe viveu muitos anos, e deduzo que é isso que vai acontecer comigo também. E quero que minhas crianças tenham orgulho de minha aparência".
    Marie é uma das muitas septuagenárias, octogenárias e até nonagenárias que estão lustrando seus anos de ouro com a ajuda de cirurgiões plásticos. De acordo com a Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética, em 2010 houve 84.685 procedimentos cirúrgicos em paciente de 65 anos ou mais. Eles incluem 26.635 lifts de face; 24.783 operações de pálpebra; 6.469 lipoaspirações; 5.874 reduções de seios; 3.875 lifts na testa; 3.339 lifts de seio e 2.414 implantes de seios.
    Com exceção de um breve período durante a recessão americana, esses números vêm crescendo de forma consistente há anos, e especialistas dizem que a tendência é que o crescimento acelere agora que os baby boomers estão passando dos 65 e entrando na terceira idade. Mas o crescimento da prática também aumenta a preocupação sobre segurança.
    Por quê?
    As razões para fazer cirurgia em pacientes mais velhos são tão variadas quanto os próprios pacientes, dizem especialistas. Alguns chegam saudáveis a uma idade mais avançada e querem que seu físico esteja de acordo. Outros buscam novos parceiros. Há os que ainda estão trabalhando ou procurando trabalho, e querem parecer tão jovens quanto seus concorrentes.
    E outros estão simplesmente cansados de queixos duplos, braços que balançam e pálpebras caídas.
    Gilbert Meyer, um produtor aposentado que sobre sua idade revela apenas ser "acima de 75", procurou um cirurgião plástico no ano passado para operar a pálpebra e o pescoço. "Estava me olhando no espelho e não gostei do que estava começando a ver. Então decidi fazer algo a respeito", diz Meyer. "Por que não ter a aparência tão boa quanto puder quando puder?"
    Mary Graham, uma dona de restaurante de 77 anos, fez um lifting facial e colocou implantes nos seios no começo do ano. "Só vou ao médico para fazer plástica", diz. Mary planeja abrir um novo restaurante nos próximos meses. "Trabalho sete dias por semana. Quero que minha aparência seja tão jovial quanto me sinto".
    O cirurgião de Mary, Daniel Man, afirma que tem visto um número cada vez maior de pacientes acima dos 70 anos. "Essas pessoas são saudáveis e querem ser uma parte ativa da sociedade".
    Riscos
    Qualquer tipo de cirurgia apresenta riscos. Mas são poucos os estudos que focam em pacientes mais velhos que se submetem a cirurgias estéticas. Um deles, publicado em junho, aponta que os riscos na população acima de 65 anos não são maiores do que no resto da população. Pesquisadores da Cleveland Clinic revisaram o histórico médico de 216 pacientes que se submeteram a liftings faciais ao longo de três anos. Eles não encontraram diferenças significativas no número de complicações ao comparar pacientes com idade média de 70ª um grupo com média de 57 anos."O que estamos dizendo é que não é a idade cronológica que é tão importante, mas sim os aspectos fisiológicos", diz James E. Zins, autor do estudo e chefe do departamento de cirurgia plástica da Cleveland Clinic.
    Todos os pacientes de seu estudo passaram por testes para diagnosticar problemas de saúde como doenças cardíacas e pulmonares, diabetes e pressão alta, além do uso de medicamentos como anticoagulantes, que poderiam causar complicações. Mas nem todos os pacientes maduros pode ser tão selecionados, então suas descobertas não significam necessariamente que os riscos sejam mínimos entre os pacientes idosos.
    "Existe uma idade em que teoricamente as complicações se tornam mais prováveis?", questiona. "Isso significa que pacientes de 75 anos podem se submeter a um lifting facial com o mesmo risco de complicações dos pacientes mais jovens. Não temos números suficientes para responder a esta questão".
    Liftings faciais podem ser realizados com sedação, mas outros procedimentos precisam de anestesia geral, o que pode ser arriscado em pacientes idosos. Os mais velhos também podem demorar mais a se recuperar, e o resultado pode não durar tanto, diz o cirurgião plástico Michael Niccole
    Críticas
    Alguns críticos da tendência questionam se os benefícios são maiores que os riscos, que, por sua vez, podem ser subestimados. Harriet A. Washington, autora de dois livros sobre ética médica, pergunta como pacientes mais velhos podem fazer uma opção consciente quando tão pouco é sabido sobre os riscos, especialmente para aqueles com condições crônicas, como diabetes, osteoporose e problemas cardíacos. "É uma daquelas coisas que começam a se infiltrar entre nós, e acho que, como de hábito, nós aceitamos a tecnologia antes de termos realmente aceitado questões e dimensões éticas", diz.
    E enquanto a maior parte dos estudos indica que as pessoas se beneficiam psicologiamente dos prtocedimentos estéticos, uma minoria passa por alguma "turbulência emocional", diz David Sarwer, professor de psicologia da University of Pennsylvania School of Medicine.
    "Há repercussões psicológicas reais a esses procedimentos, que frequentemente não são descritas no processo de consentimento", afirma.
    Estranheza
    Mas, supondo-se que o paciente é saudável, cumpre os pré-requisitos e entende os riscos, por que as pessoas costumam ficar tão melindradas com a idéia de idosos se submetendo a cirurgias plásticas?
    Nancy Etcoff, professora-assistente da Harvard Medical School que estuda biologia e crenças sociais sobre beleza, acredita que isso acontece devido aos sentimentos dúbios que nossa cultura tem em relação a idosos à procura de parceiros. "Parte de nosso estereótipo dos idosos é que eles são pessoas sociais, queridas e afetuosas, mas sem força e sem sexo", afirma. "Estamos na era do Viagra, que é muito bem aceito, mas de repente a ideia de idosos, ou, principalmente, idosas, querendo ser sexualmente atraente em sua idade nos deixa desconfortáveis. Se uma idosa quer recuperar suas pálpebras ou ter seios que ela não precisa esconder sob uma cinta, por que não?"
    Marie se perguntou a mesma coisa.
    "No meu tempo, ninguém pensava em aumentar os seios nem nada assim", diz. "Mas hoje em dia as mulheres saem e nunca recebem uma segunda olhada se aparentam sua idade. Acho que você deve manter sua aparência física, mesmo que você só queira uma companhia ou alguém que te convide para jantar. E isso não vai acontecer se você não tiver a aparência que eles querem".



sábado, 23 de julho de 2011

Veja famosas que já fizeram Lipo

Elas já fizeram LIPO!
A lipoaspiração já é um procedimento consagrado entre todos, homens e mulheres, jovens ou não. Mas é entre os famosos que vemos o estouro do procedimento.
Vira e mexe folheamos uma revista ou abrimos uma página na internet e nos deparamos com a revelação de uma nova celebridade que se rendeu às maravilhas da lipo. A explicação para o sucesso é simples: a técnica consiste em aspirar, com a ajuda de uma cânula, a gordurinha localizada, aquela mais chata que não sai nem com reza brava. Veja algumas das famosas que, um dia, já se submeteram à lipo.





AS 1001 facetas DA LIPO aspiração
Lipo tradicional -
 uma cânula bem fininha aspira o excesso de gordura na região desejada.
HLPA - antes de introduzir a cânula, é infiltrada uma solução anestésica com ação vasoconstritora que dissolve as células de gordura.
Minilipo - é realizada em pequenas áreas com um limite menor de retirada de gordura.
Lipo a laser - a cânula possui laser na ponta que atinge e quebra as células de gordura, deixando-as como uma emulsão, o que facilita o processo.
Lipo ultrasônica - um aparelho de ultrassom é acoplado à cânula, que quebra os adipócitos e torna a aspiração mais fácil.
Vibrolipoaspiração - a cânula é ligada a um aparelho que provoca movimento vibratório de vaivém. Esse impacto sobre as células de gordura ajuda na remoção.
Lipo circunferencial - é a lipo feita na circunferência inteira de um membro