Uma resolução do Coffito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) publicada no Diário Oficial da União de quarta-feira proibe a venda de de serviços de fisioterapia e terapia ocupacional em sites de compra coletiva. Entre os serviços mais comuns listados pelo conselho estão do de drenagem linfática, adiofrequência e aplicação de Manthus.
Em nota, o presidente do Coffito, Roberto Cepeda, informa que a comercialização desses pacotes, sem diagnóstico médico prévio, pode pôr em risco a saúde dos pacientes. "O profissional deve fazer primeiro uma avaliação e, só depois, indicar o tratamento mais adequado", explicou.
A resolução também informa que é proibida a divulgação de preços dos atendimentos como forma de propaganda. A punição para quem desrespeitar a resolução vai de advertência até a suspensão do exercício profissional.
A nota também afirma que não houve nenhum caso de morte ou problema de saúde grave por conta da venda indiscriminada desses serviços, mas que a ideia é "trabalhar preventivamente".
Este blog foi criado pela fisioterapeuta Ludmilla Rabelo Marques, com o intuito de informar as atuais e futuras pacientes sobre as técnicas de cirurgia plástica e, principalmente, sobre o pós-operatório, tão pouco explorado e conhecido pelas mulheres que buscam nós, profissionais, para ficarem ainda mais maravilhosas!
terça-feira, 30 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Plástica depois dos 70 e até 80 anos vira moda nos EUA
Número de pacientes da terceira idade cresce cada vez mais nos consultórios de cirurgia plástica
Aos 83 anos, Marie Kolstad tem uma vida rica. Tem um emprego de período integral e uma vida social ativa, ocupada com 12 netos e 13 bisnetos. Mas havia uma coisa que precisava melhorar, diz ela: seu corpo. Na sua idade, diz Marie, "seus seios vão para um lado e seu cérebro para outro". Então, há algumas semanas, a viúva californiana se submeteu a uma cirurgia de três horas para levantar e colocar implantes nos seios - operação que custou cerca de 13 mil reais.
A bisavó Marie Kolstad colocou implante nos seios "Fisicamente, estou em boa saúde, e sinto que devo tirar vantagem disso", afirma. "Minha mãe viveu muitos anos, e deduzo que é isso que vai acontecer comigo também. E quero que minhas crianças tenham orgulho de minha aparência".
Marie é uma das muitas septuagenárias, octogenárias e até nonagenárias que estão lustrando seus anos de ouro com a ajuda de cirurgiões plásticos. De acordo com a Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética, em 2010 houve 84.685 procedimentos cirúrgicos em paciente de 65 anos ou mais. Eles incluem 26.635 lifts de face; 24.783 operações de pálpebra; 6.469 lipoaspirações; 5.874 reduções de seios; 3.875 lifts na testa; 3.339 lifts de seio e 2.414 implantes de seios.Com exceção de um breve período durante a recessão americana, esses números vêm crescendo de forma consistente há anos, e especialistas dizem que a tendência é que o crescimento acelere agora que os baby boomers estão passando dos 65 e entrando na terceira idade. Mas o crescimento da prática também aumenta a preocupação sobre segurança.Por quê?
As razões para fazer cirurgia em pacientes mais velhos são tão variadas quanto os próprios pacientes, dizem especialistas. Alguns chegam saudáveis a uma idade mais avançada e querem que seu físico esteja de acordo. Outros buscam novos parceiros. Há os que ainda estão trabalhando ou procurando trabalho, e querem parecer tão jovens quanto seus concorrentes.
E outros estão simplesmente cansados de queixos duplos, braços que balançam e pálpebras caídas.Gilbert Meyer, um produtor aposentado que sobre sua idade revela apenas ser "acima de 75", procurou um cirurgião plástico no ano passado para operar a pálpebra e o pescoço. "Estava me olhando no espelho e não gostei do que estava começando a ver. Então decidi fazer algo a respeito", diz Meyer. "Por que não ter a aparência tão boa quanto puder quando puder?"Mary Graham, uma dona de restaurante de 77 anos, fez um lifting facial e colocou implantes nos seios no começo do ano. "Só vou ao médico para fazer plástica", diz. Mary planeja abrir um novo restaurante nos próximos meses. "Trabalho sete dias por semana. Quero que minha aparência seja tão jovial quanto me sinto".O cirurgião de Mary, Daniel Man, afirma que tem visto um número cada vez maior de pacientes acima dos 70 anos. "Essas pessoas são saudáveis e querem ser uma parte ativa da sociedade".Riscos
Qualquer tipo de cirurgia apresenta riscos. Mas são poucos os estudos que focam em pacientes mais velhos que se submetem a cirurgias estéticas. Um deles, publicado em junho, aponta que os riscos na população acima de 65 anos não são maiores do que no resto da população. Pesquisadores da Cleveland Clinic revisaram o histórico médico de 216 pacientes que se submeteram a liftings faciais ao longo de três anos. Eles não encontraram diferenças significativas no número de complicações ao comparar pacientes com idade média de 70ª um grupo com média de 57 anos."O que estamos dizendo é que não é a idade cronológica que é tão importante, mas sim os aspectos fisiológicos", diz James E. Zins, autor do estudo e chefe do departamento de cirurgia plástica da Cleveland Clinic.Todos os pacientes de seu estudo passaram por testes para diagnosticar problemas de saúde como doenças cardíacas e pulmonares, diabetes e pressão alta, além do uso de medicamentos como anticoagulantes, que poderiam causar complicações. Mas nem todos os pacientes maduros pode ser tão selecionados, então suas descobertas não significam necessariamente que os riscos sejam mínimos entre os pacientes idosos."Existe uma idade em que teoricamente as complicações se tornam mais prováveis?", questiona. "Isso significa que pacientes de 75 anos podem se submeter a um lifting facial com o mesmo risco de complicações dos pacientes mais jovens. Não temos números suficientes para responder a esta questão".
Liftings faciais podem ser realizados com sedação, mas outros procedimentos precisam de anestesia geral, o que pode ser arriscado em pacientes idosos. Os mais velhos também podem demorar mais a se recuperar, e o resultado pode não durar tanto, diz o cirurgião plástico Michael Niccole
Críticas
Alguns críticos da tendência questionam se os benefícios são maiores que os riscos, que, por sua vez, podem ser subestimados. Harriet A. Washington, autora de dois livros sobre ética médica, pergunta como pacientes mais velhos podem fazer uma opção consciente quando tão pouco é sabido sobre os riscos, especialmente para aqueles com condições crônicas, como diabetes, osteoporose e problemas cardíacos. "É uma daquelas coisas que começam a se infiltrar entre nós, e acho que, como de hábito, nós aceitamos a tecnologia antes de termos realmente aceitado questões e dimensões éticas", diz.E enquanto a maior parte dos estudos indica que as pessoas se beneficiam psicologiamente dos prtocedimentos estéticos, uma minoria passa por alguma "turbulência emocional", diz David Sarwer, professor de psicologia da University of Pennsylvania School of Medicine."Há repercussões psicológicas reais a esses procedimentos, que frequentemente não são descritas no processo de consentimento", afirma.Estranheza
Mas, supondo-se que o paciente é saudável, cumpre os pré-requisitos e entende os riscos, por que as pessoas costumam ficar tão melindradas com a idéia de idosos se submetendo a cirurgias plásticas?Nancy Etcoff, professora-assistente da Harvard Medical School que estuda biologia e crenças sociais sobre beleza, acredita que isso acontece devido aos sentimentos dúbios que nossa cultura tem em relação a idosos à procura de parceiros. "Parte de nosso estereótipo dos idosos é que eles são pessoas sociais, queridas e afetuosas, mas sem força e sem sexo", afirma. "Estamos na era do Viagra, que é muito bem aceito, mas de repente a ideia de idosos, ou, principalmente, idosas, querendo ser sexualmente atraente em sua idade nos deixa desconfortáveis. Se uma idosa quer recuperar suas pálpebras ou ter seios que ela não precisa esconder sob uma cinta, por que não?"Marie se perguntou a mesma coisa."No meu tempo, ninguém pensava em aumentar os seios nem nada assim", diz. "Mas hoje em dia as mulheres saem e nunca recebem uma segunda olhada se aparentam sua idade. Acho que você deve manter sua aparência física, mesmo que você só queira uma companhia ou alguém que te convide para jantar. E isso não vai acontecer se você não tiver a aparência que eles querem".
sábado, 23 de julho de 2011
Veja famosas que já fizeram Lipo
Elas já fizeram LIPO!
A lipoaspiração já é um procedimento consagrado entre todos, homens e mulheres, jovens ou não. Mas é entre os famosos que vemos o estouro do procedimento.
Vira e mexe folheamos uma revista ou abrimos uma página na internet e nos deparamos com a revelação de uma nova celebridade que se rendeu às maravilhas da lipo. A explicação para o sucesso é simples: a técnica consiste em aspirar, com a ajuda de uma cânula, a gordurinha localizada, aquela mais chata que não sai nem com reza brava. Veja algumas das famosas que, um dia, já se submeteram à lipo.
AS 1001 facetas DA LIPO aspiração
Lipo tradicional - uma cânula bem fininha aspira o excesso de gordura na região desejada.
HLPA - antes de introduzir a cânula, é infiltrada uma solução anestésica com ação vasoconstritora que dissolve as células de gordura.Lipo tradicional - uma cânula bem fininha aspira o excesso de gordura na região desejada.
Minilipo - é realizada em pequenas áreas com um limite menor de retirada de gordura.
Lipo a laser - a cânula possui laser na ponta que atinge e quebra as células de gordura, deixando-as como uma emulsão, o que facilita o processo.
Lipo ultrasônica - um aparelho de ultrassom é acoplado à cânula, que quebra os adipócitos e torna a aspiração mais fácil.
Vibrolipoaspiração - a cânula é ligada a um aparelho que provoca movimento vibratório de vaivém. Esse impacto sobre as células de gordura ajuda na remoção.
Lipo circunferencial - é a lipo feita na circunferência inteira de um membro
domingo, 10 de julho de 2011
IMC de paciente de lipoaspiração deve ser entre 25 e 28, diz médico
O cirurgião plástico Francesco Mazzarone, presidente do Instituto Ivo Pitanguy, no Rio de Janeiro, respondeu a perguntas sobre gordura localizada e lipoaspiração que chegaram nesta quarta-feira (6) pelo G1 e pelo Twitter.
Quem tem acúmulo de gordura na papada pode passar por uma cirurgia dependendo da textura da pele. Se houver flacidez, é preciso também fazer uma plástica para retirar o excesso.
A procura das mulheres por lipoaspiração é muito maior, mas os homens também buscam profissionais para eliminar pneuzinhos e “pochetes”. A idade dos pacientes é relativa, mas o corpo precisa estar completamente formado, ou seja, a partir de 15 ou 16 anos. Menores de idade devem fazer a operação mediante autorização dos pais e indicação médica.
Em pessoas mais jovens, o resultado é melhor porque a pele é mais elástica e se retrai mais facilmente. Não existe um mínimo a ser retirado, apenas máximo: pode ser pouca coisa, como 50 gramas.
Para fazer uma lipoaspiração, os cirurgiões plásticos se baseiam no índice de massa corporal (IMC) do paciente, que deve ser entre 25 e 28. Acima disso, não é aconselhado. Abaixo, precisa haver uma gordura realmente localizada e impossível de sair com atividade física.
A área interna da coxa é uma das mais vulneráveis a ter depressão depois da lipoaspiração, por ser mais mole e flácida. Dependendo do caso, é feito um enxerto de gordura ou uma nova lipo.
Engordar depois da operação acaba anulando todos os efeitos positivos. Por isso, o indicado é fazê-la quando estiver próximo do peso ideal, destacou o especialista.
Mulheres que tiveram filhos e querem fazer uma lipoaspiração devem esperar pelo menos seis meses após o fim da amamentação. Isso porque pode haver complicações no procedimento ou na recuperação por influências hormonais. Elas também levar em conta se querem engravidar novamente.
Calcule seu IMC na calculadora do blog
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Especialistas explicam como é feita a lipoaspiração para gordura localizada
É difícil encontrar alguém que esteja 100% satisfeito com o próprio corpo. A maioria das pessoas sempre tem alguns quilinhos que quer perder. E a parte mais complicada de ir embora é a gordura localizada, principalmente no abdômen, que resiste a dieta e malhação.
E não são apenas os pneuzinhos que incomodam: após um grande emagrecimento ou gravidez, a flacidez da pele também. A mulher sofre mais com essa gordura superficial, subcutânea, que é uma reserva natural para que ela consiga gerar filhos e amamentar mesmo em situações extremas.
Atualmente, a lipoaspiração não é mais a última saída, mas é importante conhecer os riscos e as vantagens desse procedimento. Para falar sobre o tema, o Bem Estar desta quarta-feira (6) contou com a presença do cirurgião plástico Francesco Mazzarone, presidente do Instituto Ivo Pitanguy, e do endocrinologista Alfredo Halpern.
Hidrolipo, minilipo, lipolaser e lipo light são vendidas como alternativas à lipoaspiração, mas têm as mesmas indicações e os mesmos riscos. Para o Conselho Federal de Medicina, não existem esses outros termos, e não há uma normatização para cada método.
Muitas vezes, diferentes nomenclaturas são usadas para burlar as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para realizar uma cirurgia, o local deve ter centro cirúrgico, gerador de energia, carrinho de emergência com desfibrilador para casos de parada cardiorrespiratória, ar-condicionado com filtragem para evitar contaminações e uma sala de recuperação após a anestesia.
A operação costuma ser uma solução rápida e temporária, que deve ser acompanhada de reeducação alimentar e exercício físico. Outra questão importante é se, depois disso, a pele ficará uniforme ou com contornos irregulares.
Para fazer a lipoaspiração, o indivíduo precisa ter uma boa elasticidade da pele e não pode estar muito acima do peso: o índice de massa corporal (IMC) deve estar em média entre 25 e 28. A plástica, se for necessária, retira o excesso de pele deixado pela lipo.
A lipoescultura envolve mais detalhes, modelagens e cânulas mais finas. Depois do procedimento, o paciente deve usar cintas ou macaquinhos, fazer drenagem linfática e exercícios. É recomendado, ainda, que as mulheres não usem calças muito baixas e apertadas, para não evidenciar ainda mais os pneuzinhos.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Hora de fazer plástica é agora
Conquistar da noite para o dia as mamas do tamanho que sempre quis. Esse é o desejo de muitas mulheres que agora podem realizar o seu sonho, através de técnicas avançadas e que reúnem num mesmo patamar segurança, preços mais acessíveis e próteses que melhor se adaptam às características físicas de cada uma.
![]() |
Busca pela ‘mama perfeita’, sonho de muitas viram realidade |
Entretanto, apesar do desejo da ‘mama perfeita’, Nunes alerta que as interessadas não se deixem levar por ofertas tentadoras e muito menos por profissionais sem qualificação.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Sorteios de cirurgias plásticas geram polêmica na Grã-Bretanha
A oferta de cirurgias plásticas por meio de sorteios, competições e promoções vem causando polêmica na Grã-Bretanha. Entidades como a Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos (Baaps, na sigla em inglês) estão pedindo a proibição de sorteios para cirurgia cosmética como aumento de seios, facelift e aplicação de botox.
Segundo elas, as promoções com cirurgias como prêmio vêm se tornando mais populares, particularmente nos últimos três meses. Além de sorteios, as cirurgias estariam sendo oferecidas como prêmio em programas de fidelidade, pacotes de serviços para divorciados, competições de revistas e em sites de ofertas.
Para os especialistas, a propaganda de cirurgias cosméticas nesse nível pode levar os jovens a querer tratamentos dos quais não necessitam.
Megaevento
O pedido de proibição das promoções de cirurgias ocorre poucos dias após um megaevento em Londres no qual os participantes pagavam 25 libras (cerca de R$ 64) para participarem de um sorteio de um crédito de 4 mil libras (R$ 10,2 mil) para pagar uma cirurgia plástica à escolha.
O pedido de proibição das promoções de cirurgias ocorre poucos dias após um megaevento em Londres no qual os participantes pagavam 25 libras (cerca de R$ 64) para participarem de um sorteio de um crédito de 4 mil libras (R$ 10,2 mil) para pagar uma cirurgia plástica à escolha.
O evento foi organizado por um clube noturno de Londres e foi patrocinado por uma empresa de cirurgias cosméticas. Além do prêmio principal, também foram sorteadas lipoesculturas e maquiagens permanentes.
Autopromovida como "a Barbie da vida real", a britânica Sarah Burge, de 50 anos, foi uma das promotoras do evento. Segundo ela, as promoções não são perigosas. "Começamos esses sorteios após anos de pesquisas", afirma. "Sabemos que há dezenas de milhares de pessoas que querem mudar sua aparência", diz.
"Não é apenas uma questão de ter um nariz grande ou querer novos peitos. Isso tem relação com pessoas que vivem com faces desfiguradas, pacientes de mastectomia (retirada das mamas) e outros com deformidades e que querem sua dignidade de volta", afirma.
"Decisão informada"
Mas Sally Taber, diretora da organização não governamental IHAS, que oferece consultoria independente a empresas do setor de saúde, critica esse tipo de sorteio. "Eles estão atraindo pessoas a realizar cirurgias cosméticas que nunca tinham nem pensado nisso antes", observa.
"É importante que as pessoas tomem uma decisão informada em um ambiente adequado. Uma festa não é um ambiente adequado", diz. "Eles deveriam ser proibidos de anunciar assim", afirma. Para a cirurgiã Jackie Lewis, da Baaps, cirurgias cosméticas não deveriam ser oferecidas como prêmio em sorteios. "Isso não é algo que possa ser trivializado", afirma.Mas Sally Taber, diretora da organização não governamental IHAS, que oferece consultoria independente a empresas do setor de saúde, critica esse tipo de sorteio. "Eles estão atraindo pessoas a realizar cirurgias cosméticas que nunca tinham nem pensado nisso antes", observa.
"Se você vai se submeter a um procedimento que é irreversível e com consequências por toda a vida, recomendamos que você antes pense sobre isso cuidadosamente", afirma.
Mas Beryl Atkins, dona da empresa Transpire Cosmetic Surgery, outro dos organizadores do evento em Londres, diz que seus cirurgiões "nunca operam de cara". "Os vencedores têm ao menos duas semanas para pensar sobre isso, e fazemos consultas extensas", afirma.
Assinar:
Postagens (Atom)







