domingo, 10 de julho de 2011

IMC de paciente de lipoaspiração deve ser entre 25 e 28, diz médico


O cirurgião plástico Francesco Mazzarone, presidente do Instituto Ivo Pitanguy, no Rio de Janeiro, respondeu a perguntas sobre gordura localizada e lipoaspiração que chegaram nesta quarta-feira (6) pelo G1 e pelo Twitter.
Quem tem acúmulo de gordura na papada pode passar por uma cirurgia dependendo da textura da pele. Se houver flacidez, é preciso também fazer uma plástica para retirar o excesso.
A procura das mulheres por lipoaspiração é muito maior, mas os homens também buscam profissionais para eliminar pneuzinhos e “pochetes”. A idade dos pacientes é relativa, mas o corpo precisa estar completamente formado, ou seja, a partir de 15 ou 16 anos. Menores de idade devem fazer a operação mediante autorização dos pais e indicação médica.
Em pessoas mais jovens, o resultado é melhor porque a pele é mais elástica e se retrai mais facilmente. Não existe um mínimo a ser retirado, apenas máximo: pode ser pouca coisa, como 50 gramas.
Para fazer uma lipoaspiração, os cirurgiões plásticos se baseiam no índice de massa corporal (IMC) do paciente, que deve ser entre 25 e 28. Acima disso, não é aconselhado. Abaixo, precisa haver uma gordura realmente localizada e impossível de sair com atividade física.
A área interna da coxa é uma das mais vulneráveis a ter depressão depois da lipoaspiração, por ser mais mole e flácida. Dependendo do caso, é feito um enxerto de gordura ou uma nova lipo.
Engordar depois da operação acaba anulando todos os efeitos positivos. Por isso, o indicado é fazê-la quando estiver próximo do peso ideal, destacou o especialista.
Mulheres que tiveram filhos e querem fazer uma lipoaspiração devem esperar pelo menos seis meses após o fim da amamentação. Isso porque pode haver complicações no procedimento ou na recuperação por influências hormonais. Elas também levar em conta se querem engravidar novamente.
Calcule seu IMC na calculadora do blog

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Especialistas explicam como é feita a lipoaspiração para gordura localizada


É difícil encontrar alguém que esteja 100% satisfeito com o próprio corpo. A maioria das pessoas sempre tem alguns quilinhos que quer perder. E a parte mais complicada de ir embora é a gordura localizada, principalmente no abdômen, que resiste a dieta e malhação.
E não são apenas os pneuzinhos que incomodam: após um grande emagrecimento ou gravidez, a flacidez da pele também. A mulher sofre mais com essa gordura superficial, subcutânea, que é uma reserva natural para que ela consiga gerar filhos e amamentar mesmo em situações extremas.
Atualmente, a lipoaspiração não é mais a última saída, mas é importante conhecer os riscos e as vantagens desse procedimento. Para falar sobre o tema, o Bem Estar desta quarta-feira (6) contou com a presença do cirurgião plástico Francesco Mazzarone, presidente do Instituto Ivo Pitanguy, e do endocrinologista Alfredo Halpern.

É importante prestar atenção na hora de escolher um cirurgião plástico e um anestesista. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, 97% das complicações ocorrem por procedimentos feitos por não especialistas. Também já foram registradas mortes durante ou após intervenções em consultórios, sem o suporte de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).



Hidrolipo, minilipo, lipolaser e lipo light são vendidas como alternativas à lipoaspiração, mas têm as mesmas indicações e os mesmos riscos. Para o Conselho Federal de Medicina, não existem esses outros termos, e não há uma normatização para cada método.
Muitas vezes, diferentes nomenclaturas são usadas para burlar as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para realizar uma cirurgia, o local deve ter centro cirúrgico, gerador de energia, carrinho de emergência com desfibrilador para casos de parada cardiorrespiratória, ar-condicionado com filtragem para evitar contaminações e uma sala de recuperação após a anestesia.
A operação costuma ser uma solução rápida e temporária, que deve ser acompanhada de reeducação alimentar e exercício físico. Outra questão importante é se, depois disso, a pele ficará uniforme ou com contornos irregulares.
Para fazer a lipoaspiração, o indivíduo precisa ter uma boa elasticidade da pele e não pode estar muito acima do peso: o índice de massa corporal (IMC) deve estar em média entre 25 e 28. A plástica, se for necessária, retira o excesso de pele deixado pela lipo.
A lipoescultura envolve mais detalhes, modelagens e cânulas mais finas. Depois do procedimento, o paciente deve usar cintas ou macaquinhos, fazer drenagem linfática e exercícios. É recomendado, ainda, que as mulheres não usem calças muito baixas e apertadas, para não evidenciar ainda mais os pneuzinhos.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Hora de fazer plástica é agora

Conquistar da noite para o dia as mamas do tamanho que sempre quis. Esse é o desejo de muitas mulheres que agora podem realizar o seu sonho, através de técnicas avançadas e que reúnem num mesmo patamar segurança, preços mais acessíveis e próteses que melhor se adaptam às características físicas de cada uma. 

De acordo com o médico Eduardo Nunes, membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgias Plásticas (SBCP), próteses que antigamente deveriam ser substituídas a cada dez anos foram substituídas por outras que podem permanecer implantadas de 15 a 20 anos sem que haja a necessidade de troca.


                                  Busca pela ‘mama perfeita’, sonho de muitas viram realidade
"Hoje em dia também estão disponíveis diferentes tipos de revestimentos e novos formatos, que conseguem dar maior projeção à mama sem aumentar muito o volume. Destaque também para a prótese ajustável, que possibilita o aumento do tamanho após alguns meses de cirurgia", completa o cirurgião plástico.

Entretanto, apesar do desejo da ‘mama perfeita’, Nunes alerta que as interessadas não se deixem levar por ofertas tentadoras e muito menos por profissionais sem qualificação. 

"A formação completa de um cirurgião plástico é de no mínimo 11 anos, pois são seis anos de faculdade e outros cinco anos de residência médica. Portanto, o mais importante é verificar se o médico é cirurgião plástico e se está certificado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o que pode ser feito pelo site www.cirurgiaplastica.org.br, recomenda.O custo do procedimento varia muito entre cada paciente e depende do tipo de cirurgia que será realizada. "É necessário primeiramente uma consulta médica. O que podemos adiantar é que os preços estão bem mais acessíveis do que antigamente e que há facilidades de pagamento".

terça-feira, 28 de junho de 2011

Sorteios de cirurgias plásticas geram polêmica na Grã-Bretanha


A oferta de cirurgias plásticas por meio de sorteios, competições e promoções vem causando polêmica na Grã-Bretanha. Entidades como a Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos (Baaps, na sigla em inglês) estão pedindo a proibição de sorteios para cirurgia cosmética como aumento de seios, facelift e aplicação de botox.
Segundo elas, as promoções com cirurgias como prêmio vêm se tornando mais populares, particularmente nos últimos três meses. Além de sorteios, as cirurgias estariam sendo oferecidas como prêmio em programas de fidelidade, pacotes de serviços para divorciados, competições de revistas e em sites de ofertas.
Para os especialistas, a propaganda de cirurgias cosméticas nesse nível pode levar os jovens a querer tratamentos dos quais não necessitam.
Megaevento
O pedido de proibição das promoções de cirurgias ocorre poucos dias após um megaevento em Londres no qual os participantes pagavam 25 libras (cerca de R$ 64) para participarem de um sorteio de um crédito de 4 mil libras (R$ 10,2 mil) para pagar uma cirurgia plástica à escolha.
O evento foi organizado por um clube noturno de Londres e foi patrocinado por uma empresa de cirurgias cosméticas. Além do prêmio principal, também foram sorteadas lipoesculturas e maquiagens permanentes.
Autopromovida como "a Barbie da vida real", a britânica Sarah Burge, de 50 anos, foi uma das promotoras do evento. Segundo ela, as promoções não são perigosas. "Começamos esses sorteios após anos de pesquisas", afirma. "Sabemos que há dezenas de milhares de pessoas que querem mudar sua aparência", diz.
"Não é apenas uma questão de ter um nariz grande ou querer novos peitos. Isso tem relação com pessoas que vivem com faces desfiguradas, pacientes de mastectomia (retirada das mamas) e outros com deformidades e que querem sua dignidade de volta", afirma.
"Decisão informada"
Mas Sally Taber, diretora da organização não governamental IHAS, que oferece consultoria independente a empresas do setor de saúde, critica esse tipo de sorteio. "Eles estão atraindo pessoas a realizar cirurgias cosméticas que nunca tinham nem pensado nisso antes", observa.
"É importante que as pessoas tomem uma decisão informada em um ambiente adequado. Uma festa não é um ambiente adequado", diz. "Eles deveriam ser proibidos de anunciar assim", afirma. Para a cirurgiã Jackie Lewis, da Baaps, cirurgias cosméticas não deveriam ser oferecidas como prêmio em sorteios. "Isso não é algo que possa ser trivializado", afirma.
"Se você vai se submeter a um procedimento que é irreversível e com consequências por toda a vida, recomendamos que você antes pense sobre isso cuidadosamente", afirma.
Mas Beryl Atkins, dona da empresa Transpire Cosmetic Surgery, outro dos organizadores do evento em Londres, diz que seus cirurgiões "nunca operam de cara". "Os vencedores têm ao menos duas semanas para pensar sobre isso, e fazemos consultas extensas", afirma.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Cirurgia íntima atrai mulheres para clínicas de cirurgia plástica

Nos últimos tempos a procura pelos benefícios da cirurgia íntima, tem atraído mulheres de todas as idades para os consultórios de cirurgia plástica. As brasileiras estão deixando o preconceito de lado e indo em busca dos recursos da especialidade para melhorar a qualidade de vida e a auto-estima.




A região íntima, assim como a barriga e o seio, também é uma área do corpo que incomoda as mulheres. Nos momentos de intimidade, muitas pacientes não se sentem confiantes e acabam por ter sua vida sexual prejudicada.
O Dr. Ednei José Silva, cirurgião plástico e Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica revela que, para a mulher sentir-se satisfeita sua vida sexual precisa estar segura com seu corpo, em especial com a região íntima.
Entre os motivos mais comuns que fazem com que as mulheres recorreram à cirurgia íntima são: o tamanho e o formato dos pequenos e grandes lábios vaginais, ou ainda, o monte pubiano. A insatisfação e, em alguns casos a anatomia do órgão, impede as mulheres de usar calças muito justas e biquínis. A hipertrofia dos pequenos lábios é a queixa mais comum entre a população feminina, devido o desconforto durante a relação sexual, que pode acarretar em problemas emocionais à mulher.
Aliando a reconstituição na aparência da região genital, a cirurgia íntima é por vezes reprimida pelas próprias pacientes. “Muitas vezes durante a consulta médica, as mulheres se sentem envergonhadas em abordar tal queixa, pois ainda existe a ideia de que a plástica desta região é algo fútil ou desnecessário. Isso acontece, porque a própria paciente desconhece que existam procedimentos que visam melhorar a região”, revela o cirurgião plástico.
O procedimento indicado irá variar de acordo com as necessidades da paciente. Em alguns casos é preciso injetar gordura de outra parte do corpo para disfarçar imperfeições, realizar cirurgia de redução do volume, ou até mesmo, lipoaspirar a área. “É preciso ressaltar que, independente do procedimento cirúrgico, a mulher não terá sua sensibilidade altera”, informa o especialista.
As alterações nos órgãos sexuais podem ser decorrentes de envelhecimento natural, infecções, ganho de peso exagerado ou da própria genética, acometendo pacientes de todas as idades. A cirurgia íntima pode ser realizada em conjunto com outras cirurgias plásticas. O procedimento pode durar até 2 horas e deve ser realizado em ambiente hospitalar, com anestesia local ou geral e a paciente tem alta no mesmo dia. Após um mês, já é possível retornar às atividades sexuais.

domingo, 12 de junho de 2011

Inverno, a estação da cirurgia plástica

De acordo com profissionais da área médica, o inverno é a estação preferida pelas pessoas que desejam fazer alguma correção cirúrgica, devido entre outros fatores, à temperatura fria, que proporciona a utilização de vestimentas fechadas, que impedem a visibilidade do procedimento realizado e protegem o corpo dos raios solares. Além disso, temperaturas mais baixas, geralmente resultam em menos edemas (inchaços).
No entanto, especialistas informam que com os avanços da medicina, o pós-operatório é satisfatório em qualquer estação do ano, já que atualmente a recuperação é bem mais rápida, e o uso do elastano, que é um material usado nas cintas cirúrgicas está mais fino e maleável, proporcionando mais conforto no período de recuperação.
De acordo com o cirurgião plástico Cláudio Bicudo, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, para quem pensa em realizar uma cirurgia plástica, o momento é agora. “A procura por esses tipos de procedimentos cresce no inverno porque as temperaturas são mais amenas – a incidência dos raios solares é menor nessa época do ano, facilitando, assim, o uso de cintas e malhas elásticas, sempre necessárias em cirurgias plásticas no pós-operatório. Além disso, para  quase  todos os procedimentos cirúrgicos o resultado final aparece, em média, dentro de seis meses” diz o médico.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Homens investem em cirurgia plástica nas pálpebras


Pesquisa do IBOPE de 2009 mostra 
que a preferência masculina nas 
intervenções estéticas é por pálpebras e nariz




Os cuidados com a beleza também fazem parte do universo masculino. Em 2009, foram realizadas cerca de 640 mil cirurgias plásticas no país, sendo as mulheres ainda responsáveis por 82% do total e os homens por 18%. A Blefaroplastia (cirurgia plástica para retirar o excesso de pele das pálpebras) é uma das preferidas pelos homens que buscam uma aparência mais jovem. 

"O procedimento é simples: uma incisão em fuso é feita nas pálpebras superiores retirando o excesso de pele. Nas inferiores, a incisão é realizada junto aos cílios para abordar e retirar o excesso de bolsas palpebrais" explica Dr. Antonio Macedo, Cirurgião Plástico, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Coordenador de equipe da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Segundo o médico, a idade recomendada é acima dos 40 anos e desde que haja excesso de pele. "Mesmo sendo uma cirurgia relativamente simples, exames pré-operatórios são sempre necessários, assim como seguir alguns cuidados no pós-operatório."

Durante o pós-operatório, o paciente deve ficar os quatro primeiros dias em repouso. Após esse período, já pode voltar ao trabalho desde que use óculos para proteger a área. As atividades físicas só são liberadas depois de 15 a 20 dias. 

É importante o paciente ter ciência que, com os anos e mesmo após a cirurgia, as pálpebras podem voltar a cair. "Como continuamos envelhecendo é normal uma queda, mas a proporção será bem menor após a cirurgia", afirma o Cirurgião Plástico Dr. Antonio Macedo. "Outro conselho importante é que o paciente busque sempre um cirurgião plástico credenciado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica para realizar o procedimento."