Este blog foi criado pela fisioterapeuta Ludmilla Rabelo Marques, com o intuito de informar as atuais e futuras pacientes sobre as técnicas de cirurgia plástica e, principalmente, sobre o pós-operatório, tão pouco explorado e conhecido pelas mulheres que buscam nós, profissionais, para ficarem ainda mais maravilhosas!
quinta-feira, 18 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
Conheçam o ELASTCREAM!
sábado, 29 de junho de 2013
O que comer no pós-operatório da cirurgia plástica?
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Cuidados na alimentação no período do pós operatório
pode garantir um bom resultado da operação
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Repouso em casa, hematomas por todos os lados, corpo dolorido e muito inchado. Depois de encarar uma cirurgia plástica, é essencial que você tenha paciência acima de tudo. Sim, porque não existem resultados imediatos. Mas vale a pena lembrar que os cuidados após a operação devem começar pela boca. É isso mesmo. Sua dieta pode ajudar ou piorar sua recuperação.
"Os alimentos realmente são capazes de facilitar e muito o pós-operatório. Nesse período, por exemplo, é necessário comer coisas que ajudem a diminuir o inchaço e facilitem a atividade intestinal, já que o paciente ficará um bom tempo de repouso", explica o cirurgião plástico Ércole Spada Neto.
Confira a seguir quais os alimentos que devem ser riscados do cardápio durante o pós-operatório e aqueles que podem - e devem - ser consumidos sem restrição alguma.
Fuja desses alimentos
Separamos os principais itens que devem ser evitados no período pós-operatório. "Eles fazem efeito contrário e podem dificultar ainda mais a sua recuperação", afirma o cirurgião plástico Ércole Spada.
Doces e chocolates
É comum ficar ansiosa para ver o resultado final da cirurgia. O que você não pode fazer é comer um doce ou chocolate para tentar diminuir essa ansiedade. "Além desses alimentos não contribuírem para a digestão, oferecem gorduras e açúcares em grande quantidade", diz o Dr. Ércole Spada. E o problema não pára por aí. "Estudos apontam que o açúcar interfere na produção de colágeno e ajuda a aumentar a flacidez", explica o nutricionista Gil de Abreu, consultor da Life Extension Institute. Segundo ele, os doces também podem levar a um colapso de energia e causar cansaço.
Leite e derivados
Você já imaginou que o leite pode fazer mal à saúde? Esse líquido consumido diariamente pelos brasileiros é capaz de dar prisão de ventre, gases e impedir a absorção de nutrientes essenciais nessa fase. "Isso acontece porque o leite aumenta a produção excessiva de muco no sistema digestivo, o que dificulta a eliminação de resíduos tóxicos pelos intestinos", explica o nutricionista Gil de Abreu. Além disso, ele também é capaz de causar ou agravar a depressão: é no intestino que boa parte da serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e pela diminuição do apetite, é produzida. Quando suas funções são prejudicadas, a produção de serotonina fica comprometida.
Gorduras saturadas ou trans
Você já escutou falar nessas vilãs que estão presentes nos salgadinhos de pacote, na batatinha frita das lanchonetes fast-food, na maioria das margarinas, na pipoca de microondas, nos bolos e tortas industrializados e nas bolachas recheadas. O que elas fazem? Aumentam o nível do mau colesterol e diminuem o bom colesterol, aquele que ajuda a retirar as gorduras das células, facilitando sua eliminação do organismo. Outra grande desvantagem para você que acabou de sair de uma cirurgia é que essas gorduras, de acordo com o nutricionista, desequilibram os níveis de ômega 3 e 6, ácidos graxos essenciais que estão diretamente ligados ao processo antiinflamatório, que ajudam a evitar e combater inflamações.
Cafeína (café, refrigerantes de cola, chá preto)
Se você é daquelas mulheres que é movida a cafezinho ou ama um refrigerante, pode esquecer. "A cafeína exerce efeito tóxico e desidratante no organismo. Também leva as glândulas supra-renais à exaustão, aumentando o estresse", afirma Gil de Abreu. Segundo o nutricionista, isso significa que eles podem te deixar mais irritada e ansiosa, provocar dor de cabeça, fadiga e depressão.
Carne vermelha
Não é hora de sobrecarregar o organismo. "Consumir carne vermelha pode dificultar a digestão, causar desconforto, esgotar nutrientes, sobrecarregar rins e fígado e ainda gerar desequilíbrio entre as bactérias boas e nocivas que vivem no intestino, levando à prisão de ventre", explica o nutricionista. Por isso, evite ao máximo.
Alimentos fermentativos
Os médicos recomendam evitar alimentos como feijão, lentilha, grão-de-bico, repolho e até as massas. "A fermentação provoca a dilatação do estômago e pode aumentar muito a formação de gases e cólicas. Isso pode ser extremamente desconfortável para os pacientes, principalmente os que fizeram cirurgias abdominais", explica o cirurgião plástico Ércole Spada.
Bebidas alcoólicas
É bem simples: álcool e remédio não combinam. E no pós-operatório você vai precisar, no mínimo, de analgésicos para diminuir a dor. A ingestão de álcool pode alterar o efeito dos medicamentos, potencializar suas propriedades provocando reações indesejáveis ou não resolver o problema. Assim, o analgésico não vai retirar a dor, o antiinflamatório não irá curar a inflamação.
Sal (embutidos, defumados, molhos prontos)
Nem pense em exagerar nas comidas salgadas. "Esses alimentos trazem alta concentração de sódio, que são responsáveis por causar retenção de líquidos", afirma o nutricionista Gil de Abreu. Resultado: você fica mais inchada.
Aposte nessas comidas
Depois de conhecer os vilões, é hora de ver o que está liberado. Aproveite ao máximo esses alimentos porque eles vão lhe ajudar na fase da recuperação.
Água, sucos naturais, melão, abacaxi e melancia
Essas bebidas ajudam a hidratar o organismo, compensar a perda de líquidos e diminuir o inchaço.
Probióticos (iogurte e leite fermentado)
São aqueles que contêm microorganismos que ajudam no equilíbrio da flora intestinal.
Ovo
Fornece proteínas que fazem a reconstrução dos tecidos perdidos durante a cirurgia e são de fácil digestão.
Abacate
Elimina o mau colesterol e combate os radicais livres. Com betacaroteno, vitaminas A, B, C, D, E, proteínas, cálcio, magnésio, fósforo, ferro, potássio. Regula o intestino.
Cenoura e Beterraba
Ricas em betacaroteno, substância que se transforma em vitamina A e ajuda na cicatrização.
Abóbora, cenoura, damasco, manga, espinafre, couve, tomate e uva
São alimentos ricos em ativos com propriedades antioxidantes que bloqueiam a ação dos radicais livres, liberados durante a plástica.
Castanha-do-pará
Traz selênio, um poderoso elemento antioxidante, que também elimina os radicais livres do organismo.
Salmão e atum
Além de possuírem grande quantidade de proteínas, trazem gorduras boas, ricas em ômega 3, que ajudam a prevenir inflamações.
Fibras
Melhora a função intestinal, além de diminuir os níveis de colesterol. Algumas boas opções: as verduras, legumes, mamão, ameixa, nectarina e cereais integrais.
Shimeji e shitake
Possuem uma substância fitoquímica que melhora a imunidade.
Goiaba
Rica em vitamina C, atua na formação do colágeno e ajuda a restaurar os tecidos.
"Os alimentos realmente são capazes de facilitar e muito o pós-operatório. Nesse período, por exemplo, é necessário comer coisas que ajudem a diminuir o inchaço e facilitem a atividade intestinal, já que o paciente ficará um bom tempo de repouso", explica o cirurgião plástico Ércole Spada Neto.
Confira a seguir quais os alimentos que devem ser riscados do cardápio durante o pós-operatório e aqueles que podem - e devem - ser consumidos sem restrição alguma.
Fuja desses alimentos
Separamos os principais itens que devem ser evitados no período pós-operatório. "Eles fazem efeito contrário e podem dificultar ainda mais a sua recuperação", afirma o cirurgião plástico Ércole Spada.
Doces e chocolates
É comum ficar ansiosa para ver o resultado final da cirurgia. O que você não pode fazer é comer um doce ou chocolate para tentar diminuir essa ansiedade. "Além desses alimentos não contribuírem para a digestão, oferecem gorduras e açúcares em grande quantidade", diz o Dr. Ércole Spada. E o problema não pára por aí. "Estudos apontam que o açúcar interfere na produção de colágeno e ajuda a aumentar a flacidez", explica o nutricionista Gil de Abreu, consultor da Life Extension Institute. Segundo ele, os doces também podem levar a um colapso de energia e causar cansaço.
Leite e derivados
Você já imaginou que o leite pode fazer mal à saúde? Esse líquido consumido diariamente pelos brasileiros é capaz de dar prisão de ventre, gases e impedir a absorção de nutrientes essenciais nessa fase. "Isso acontece porque o leite aumenta a produção excessiva de muco no sistema digestivo, o que dificulta a eliminação de resíduos tóxicos pelos intestinos", explica o nutricionista Gil de Abreu. Além disso, ele também é capaz de causar ou agravar a depressão: é no intestino que boa parte da serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e pela diminuição do apetite, é produzida. Quando suas funções são prejudicadas, a produção de serotonina fica comprometida.
Gorduras saturadas ou trans
Você já escutou falar nessas vilãs que estão presentes nos salgadinhos de pacote, na batatinha frita das lanchonetes fast-food, na maioria das margarinas, na pipoca de microondas, nos bolos e tortas industrializados e nas bolachas recheadas. O que elas fazem? Aumentam o nível do mau colesterol e diminuem o bom colesterol, aquele que ajuda a retirar as gorduras das células, facilitando sua eliminação do organismo. Outra grande desvantagem para você que acabou de sair de uma cirurgia é que essas gorduras, de acordo com o nutricionista, desequilibram os níveis de ômega 3 e 6, ácidos graxos essenciais que estão diretamente ligados ao processo antiinflamatório, que ajudam a evitar e combater inflamações.
Cafeína (café, refrigerantes de cola, chá preto)
Se você é daquelas mulheres que é movida a cafezinho ou ama um refrigerante, pode esquecer. "A cafeína exerce efeito tóxico e desidratante no organismo. Também leva as glândulas supra-renais à exaustão, aumentando o estresse", afirma Gil de Abreu. Segundo o nutricionista, isso significa que eles podem te deixar mais irritada e ansiosa, provocar dor de cabeça, fadiga e depressão.
Carne vermelha
Não é hora de sobrecarregar o organismo. "Consumir carne vermelha pode dificultar a digestão, causar desconforto, esgotar nutrientes, sobrecarregar rins e fígado e ainda gerar desequilíbrio entre as bactérias boas e nocivas que vivem no intestino, levando à prisão de ventre", explica o nutricionista. Por isso, evite ao máximo.
Alimentos fermentativos
Os médicos recomendam evitar alimentos como feijão, lentilha, grão-de-bico, repolho e até as massas. "A fermentação provoca a dilatação do estômago e pode aumentar muito a formação de gases e cólicas. Isso pode ser extremamente desconfortável para os pacientes, principalmente os que fizeram cirurgias abdominais", explica o cirurgião plástico Ércole Spada.
Bebidas alcoólicas
É bem simples: álcool e remédio não combinam. E no pós-operatório você vai precisar, no mínimo, de analgésicos para diminuir a dor. A ingestão de álcool pode alterar o efeito dos medicamentos, potencializar suas propriedades provocando reações indesejáveis ou não resolver o problema. Assim, o analgésico não vai retirar a dor, o antiinflamatório não irá curar a inflamação.
Sal (embutidos, defumados, molhos prontos)
Nem pense em exagerar nas comidas salgadas. "Esses alimentos trazem alta concentração de sódio, que são responsáveis por causar retenção de líquidos", afirma o nutricionista Gil de Abreu. Resultado: você fica mais inchada.
Aposte nessas comidas
Depois de conhecer os vilões, é hora de ver o que está liberado. Aproveite ao máximo esses alimentos porque eles vão lhe ajudar na fase da recuperação.
Água, sucos naturais, melão, abacaxi e melancia
Essas bebidas ajudam a hidratar o organismo, compensar a perda de líquidos e diminuir o inchaço.
Probióticos (iogurte e leite fermentado)
São aqueles que contêm microorganismos que ajudam no equilíbrio da flora intestinal.
Ovo
Fornece proteínas que fazem a reconstrução dos tecidos perdidos durante a cirurgia e são de fácil digestão.
Abacate
Elimina o mau colesterol e combate os radicais livres. Com betacaroteno, vitaminas A, B, C, D, E, proteínas, cálcio, magnésio, fósforo, ferro, potássio. Regula o intestino.
Cenoura e Beterraba
Ricas em betacaroteno, substância que se transforma em vitamina A e ajuda na cicatrização.
Abóbora, cenoura, damasco, manga, espinafre, couve, tomate e uva
São alimentos ricos em ativos com propriedades antioxidantes que bloqueiam a ação dos radicais livres, liberados durante a plástica.
Castanha-do-pará
Traz selênio, um poderoso elemento antioxidante, que também elimina os radicais livres do organismo.
Salmão e atum
Além de possuírem grande quantidade de proteínas, trazem gorduras boas, ricas em ômega 3, que ajudam a prevenir inflamações.
Fibras
Melhora a função intestinal, além de diminuir os níveis de colesterol. Algumas boas opções: as verduras, legumes, mamão, ameixa, nectarina e cereais integrais.
Shimeji e shitake
Possuem uma substância fitoquímica que melhora a imunidade.
Goiaba
Rica em vitamina C, atua na formação do colágeno e ajuda a restaurar os tecidos.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Oito cuidados para prevenir manchas nas axilas
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Atrito na região e desodorantes com álcool são causas comuns do escurecimento |
Elas ficam a maior parte do tempo bem escondidas pela roupa, ninguém vê se a depilação está vencida, se a pele está ressecada ou escurecida. Mas basta um descuido e você acaba mostrando as axilas. "Por ser uma região do corpo que é chamada de área de dobra, a axila retém suor e micro-organismos, o que, além de deixá-la sensível, a torna um ambiente excelente para a proliferação de fungos e bactérias", explica a dermatologista Daniela Landim, pós-graduada em medicina estética. "Pequenos traumas decorrentes da depilação e até mesmo do atrito da pele são os principais responsáveis pela pigmentação da área com o passar do tempo e a formação das manchas". Quer saber quais são os vilões da cor escurecida destas dobrinhas? Nós te contamos num passo a passo para prevenir as manchas.
Boa higiene em primeiro lugar
A dermatologista Daniela Landim conta que uma boa higiene das axilas é fundamental para que a axila continue com sua cor original. "Costumo recomendar sabonetes à base de triclosano, que remove o excesso de bactérias", conta. Esses micro-organismos deixam a pele mais sensível, propensa ao aparecimento de manchas."Se o suor for excessivo, o ideal é lavar as axilas ao menos três vezes por dia com este produto".
Pré-requisitos do desodorante
Primeiro passo: escolha um desodorante sem álcool na fórmula, que irrita e traumatiza a pele e predispõe o aparecimento de manchas. O dermatologista Cláudio Mutti ensina o segundo passo: "evite desodorantes em spray, que em geral contêm alumínio, substância que vêm sendo associada a problemas de saúde, mas ainda sem comprovação científica".
Escolha o melhor tipo de desodorante
A dermatologista Daniela Landim conta quais são os prós e contras de cada tipo de desodorante:
- Aerossol: este é o mais irritante para as peles sensíveis, ele contém micropartículas de talco e seu jato seco pode ocasionar obstrução das glândulas, causando inflamação.
- Cremoso: ele é indicado para peles muito sensíveis e para quem faz depilação com lâmina, as formulações costumam ser hipoalergênicas e hidratantes - a desvantagem é que se a mão estiver contaminada, pode levar micro-organismos ao pote e também às axilas.
- Roll-on: se a axila não estiver bem limpa, a contaminação inativa o produto, causando danos secundários à pele. Dentre as vantagens, forma uma película protetora na axila e tem duração prolongada.
- Spray: geralmente contém álcool em altas concentrações, por isso, é contraindicado para peles sensíveis.
Hidratação
A hidratação é fundamental para qualquer parte do corpo e ainda mais necessária às axilas, que tendem ao ressecamento mais facilmente. A recomendação da dermatologista Daniela Landim é que a pele da região seja hidratada duas vezes por dia, depois da higienização, com um creme corporal. "Também é possível usar desodorantes que contenham hidratantes em suas fórmulas, como os cremosos, por exemplo".
Esfolie
Axilas também merecem cuidados, por isso, quando for esfoliar o corpo, aproveite e esfolie estas dobrinhas. "As esfoliações podem ser realizadas, no máximo, duas vezes por semana, com produtos esfoliantes corporais e de maneira bem suave, já que a pele da região é sensível", explica o dermatologista Cláudio Mutti. "A esfoliação renova a camada celular do local e previne a formação de pelos encravados e manchas".
A roupa pode agredir a região
"O atrito constante do tecido artificial de uma roupa justa também pode traumatizar as axilas, mas para isso, essa roupa deve ser de uso rotineiro, usá-la uma única vez não causa problema", explica o dermatologista Cláudio Mutti. Use roupas mais leves, menos coladas e cujas costuras não fiquem em constante fricção com as axilas.
A depilação
Não importa qual seja o método de depilação que você costuma fazer, a pele geralmente fica irritada com a retirada dos pelos. O dermatologista Claudio Mutti explica que a lâmina e as loções depilatórias são os métodos que mais comprometem a pele das axilas. O método recomendado pelo especialista para quem tem axilas escuras é a depilação a laser. "Ela reduz uma grande quantidade de pelos em cerca de cinco sessões, reduzindo a necessidade de uso de outros métodos depilatórios".
Evite o excesso de peso
Por mais incrível que pareça, o sobrepeso é um dos principais causadores do escurecimento das axilas. "O excesso de peso favorece o atrito e o traumatismo constante não apenas nas axilas, como em todas as regiões de dobras, o que faz com que a pele fique mais escura com o passar do tempo", explica Cláudio Mutti. O excesso e a retenção de suor complicam ainda mais a situação. Se você está acima do peso, vale investir nos cuidados ditos anteriormente e voltar ao peso ideal.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Chegada do inverno abre ''temporada'' das cirurgias plásticas no país
O inverno que começou dia 21 de junho inaugurou também o auge da temporada de cirurgias plásticas no país. Conforme dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, entre os meses de junho, julho e agosto os consultórios registram movimento 50% maior do que o observado nos demais períodos do ano.
A preferência pelo inverno para dar um retoque na aparência deve-se a duas razões: o frio e a pouca incidência de luz solar, explica o cirurgião plástico Antonio Carlos Munuzzi Filho.
O sol é um dos maiores inimigos durante o pós-operatório. Pode deixar manchas e cicatrizes, enquanto o calor dilata os vasos sanguíneos e causa mais inchaço à pele, além de um incômodo extra: logo após a cirurgia, muitos pacientes precisam usar uma cinta grossa, que esquenta e gera desconforto.
É importanta lembrar que cirurgia plástica é um processo complexo, que envolve anestesia e, muitas vezes, um pós-operatório doloroso. Portanto, é preciso buscar um profissional qualificado.
— Há muitos médicos não especializados realizando cirurgias plásticas. Um procedimento malfeito pode acarretar danos irreversíveis — diz o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, José Horácio Aboubid Jr.
— Há muitos médicos não especializados realizando cirurgias plásticas. Um procedimento malfeito pode acarretar danos irreversíveis — diz o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, José Horácio Aboubid Jr.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Vaidosa, Tati Quebra-Barraco faz sua 27ª cirurgia plástica
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Lipoaspiração volta a ser cirurgia plástica mais realizada no Brasil
A lipoaspiração desbancou a prótese de silicone e voltou a ser a cirurgia plástica mais popular no Brasil. Ela já tinha ocupado o posto de campeã em 2004, caiu em 2007 e voltou a liderar em 2011.
Em quatro anos, o número de cirurgias plásticas no país quase dobrou: passou de 629.287, em 2008, para 905.124, em 2011 --um aumento de 43,9%.
Os dados, obtidos com exclusividade pela Folha, são de pesquisa da Isaps (Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética), em conjunto com a SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), que será divulgada hoje.
Em 2011, foram feitas 211.108 lipos contra 91.800 em 2007--um aumento de 130%. No mesmo período, foram 148.962 cirurgias de aumento de mama (um crescimento de 54,5%).
Segundo Carlos Oscar Uebel, presidente da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, uma das razões pelas quais a lipo ultrapassou as cirurgias de mama foi a preocupação gerada pelos implantes de silicone rompidos das marcas PIP e Rofil.
"Essa retração aconteceu não só no Brasil mas também na França, Itália e Espanha, países onde essas próteses eram bastante usadas. As mulheres ficaram reticentes."
Segundo dados do Ministério da Saúde, 88 mulheres tiveram que trocar as próteses no SUS no ano passado.
MORTES
Ao mesmo tempo em que se populariza, a lipo também acumula mortes, muitas vezes atribuídas à imperícia profissional ou à falta de condições do local onde é feita.
Por ano, oito pessoas morrem no país durante o procedimento, segundo a Isaps. A SBCP ainda prepara um levantamento do número de mortes e das possíveis causas associadas a elas.
Para José Horácio Aboudib, presidente da SBCP, a banalização do procedimento é a principal responsável por mortes e outros problemas.
"A lipo é feita por muitos médicos que não são cirurgiões plásticos e que não receberam treinamento adequado. O local também é negligenciado. Você não vê paciente morrendo no Einstein, no Sírio ou em outros hospitais de ponta."
Para Carlos Uebel, as mortes preocupam mas são poucas em relação ao número de procedimentos realizados. "Temos um dos menores índices do mundo, mas é um problema sério: 85% das denúncias [de mortes ou intercorrências] que chegam ao Cremesp [Conselho Regional de Medicina] são de médicos que não têm especialidade em cirurgia plástica."
Ele explica que a lipo tem limitações nem sempre respeitadas. "Eles podem ultrapassar os 5% [de retirada de gordura] do peso corporal, operam fora do ambiente hospitalar e sem a presença do anestesista. É uma técnica muito segura, desde que feita adequadamente."
VICE-CAMPEÃO
Em números absolutos, o Brasil é vice-campeão mundial em cirurgia plástica. Só perde para os Estados Unidos, que realizou 1,1 milhão de procedimentos em 2011.
"Se levarmos em consideração a população total dos dois países, veremos que o número de cirurgias per capita em ambos é muito próximo, apesar do poder aquisitivo dos americanos ser muito superior", afirma Aboudib.
Outra novidade da pesquisa ficou por conta da blefaroplastia (correção das pálpebras), que teve um aumento de 120%. "Os homens também têm feito muitas cirurgias de pálpebras. Elas começam a pesar e isso dificulta a leitura", diz Aboudib.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Aumenta a procura por cirurgia plástica em janeiro
O Brasil é um dos países campeões em número de cirurgias plásticas. Levantamento da Organização Mundial de Saúde (OMS) revela que, todos os anos, são feitos cerca de 630 mil procedimentos desse tipo no país. A principal busca tanto por parte dos homens quanto das mulheres é a perda da gordura localizada, o popular pneuzinho, geralmente localizado na região da cintura e barriga.
Em relação à procura por solucionar algum aspecto da beleza ou do corpo, os brasileiros perdem apenas para os americanos e para os chineses. A especialista destaca que em anos anteriores a maior procura por cirurgias plásticas ocorria nos meses de junho e julho, em função do período de férias e também do clima mais ameno, mas atualmente o volume de pacientes buscando esse tipo de procedimento é grande o ano todo, mas especialmente em junho, julho, dezembro e janeiro. Em Uberaba, a especialista também inclui a colocação de prótese nas mamas na lista das cirurgias plásticas mais procuradas.
No entanto, a especialista ressalta alguns pontos importantes antes de uma pessoa decidir enfrentar uma mesa de cirurgia. O primeiro ponto a ser observado é o profissional. “Quem realmente pode realizar uma cirurgia plástica é o cirurgião plástico. Para isso, além dos seis anos de faculdade, é preciso dois anos de cirurgia geral e mais três anos de especialidade em cirurgia plástica, que é muito variada. Vai desde olhos, nariz, rosto, mama, abdome, enfim, faz-se de tudo. Mas a maior parte das intercorrências em cirurgia plástica, em torno de 97% das complicações, vêm de profissionais que não são especialistas. São cirurgias realizadas em locais não adequados. Isso diminui o preço, mas reduz a segurança também”, alerta.
Para conferir a procedência do profissional, basta entrar no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, www.cirurgiaplastica.org.br, que oferece acesso à lista de todos os profissionais credenciados por área de especialização e por estado. Cynthia Ottaiano alerta, ainda, que outro ponto importante a ser considerado é a indicação para cirurgia plástica desejada. “Às vezes, não é possível fazer o que a pessoa deseja. Por exemplo, cada paciente tem um tipo de nariz ou um tipo de rosto, os quais podemos melhorar, mas sem deixar o paciente com o nariz de outra pessoa. Assim também acontece em relação ao corpo. Cada pessoa tem um biótipo, que deve ser respeitado na hora da cirurgia”, frisa.
Em relação à procura por solucionar algum aspecto da beleza ou do corpo, os brasileiros perdem apenas para os americanos e para os chineses. A especialista destaca que em anos anteriores a maior procura por cirurgias plásticas ocorria nos meses de junho e julho, em função do período de férias e também do clima mais ameno, mas atualmente o volume de pacientes buscando esse tipo de procedimento é grande o ano todo, mas especialmente em junho, julho, dezembro e janeiro. Em Uberaba, a especialista também inclui a colocação de prótese nas mamas na lista das cirurgias plásticas mais procuradas.
No entanto, a especialista ressalta alguns pontos importantes antes de uma pessoa decidir enfrentar uma mesa de cirurgia. O primeiro ponto a ser observado é o profissional. “Quem realmente pode realizar uma cirurgia plástica é o cirurgião plástico. Para isso, além dos seis anos de faculdade, é preciso dois anos de cirurgia geral e mais três anos de especialidade em cirurgia plástica, que é muito variada. Vai desde olhos, nariz, rosto, mama, abdome, enfim, faz-se de tudo. Mas a maior parte das intercorrências em cirurgia plástica, em torno de 97% das complicações, vêm de profissionais que não são especialistas. São cirurgias realizadas em locais não adequados. Isso diminui o preço, mas reduz a segurança também”, alerta.
Para conferir a procedência do profissional, basta entrar no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, www.cirurgiaplastica.org.br, que oferece acesso à lista de todos os profissionais credenciados por área de especialização e por estado. Cynthia Ottaiano alerta, ainda, que outro ponto importante a ser considerado é a indicação para cirurgia plástica desejada. “Às vezes, não é possível fazer o que a pessoa deseja. Por exemplo, cada paciente tem um tipo de nariz ou um tipo de rosto, os quais podemos melhorar, mas sem deixar o paciente com o nariz de outra pessoa. Assim também acontece em relação ao corpo. Cada pessoa tem um biótipo, que deve ser respeitado na hora da cirurgia”, frisa.
Drenagem linfática após lipo é essencial
terça-feira, 7 de agosto de 2012
A importância do uso do Sutiã Cirúrgico após Implante de Silicone
Após o procedimento de implante de prótese de silicone, além dos curativos na cicatriz há também a necessidade de utilizar um sutiã pós-cirúrgico específico o qual não possua rendas ou aros, ajustado em toda região torácica com a finalidade de sustentar as mamas recém operadas, além de ajudar a reduzir o inchaço no local. O uso do sutiã além da sustentanção também garantirá que o implante seja mantido no local correto, onde foi inserido, até que a cicatrização seja suficientemente forte para segura-lo no lugar, e isto é feito somente pelo uso continuo do modelador após a cirurgia.
Existem vários modelos de sutiã pós-cirúrgico, porém os mais recomendados são os com abertura frontal, para melhor facilidade no momento de vestir, evitando esforços que poderão comprometer a recuperação pós-cirúrgica, reforço em baixo do busto e alças reguláveis, conforme figura abaixo:
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| Sutiã Cirurgico recomendado para uso pós Implante de Silicone. |
Existem vários modelos de sutiã pós-cirúrgico, porém os mais recomendados são os com abertura frontal, para melhor facilidade no momento de vestir, evitando esforços que poderão comprometer a recuperação pós-cirúrgica, reforço em baixo do busto e alças reguláveis, conforme figura abaixo:
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Fiéis lotam culto em busca da Lipoaspiração Divina
Os cultos do pastor César Peixoto, 52, em Cariacica (Espírito Santo), têm atraído cada vez mais pessoas em busca de emagrecimento instantâneo.
Peixoto diz aos fiéis que o poder de suas orações fazem com que eles percam até 15 quilos em menos de meia hora. Trata-se, segundo o pastor, da “lipoaspiração divina”.
Cariacica tem mais de 340 mil habitantes e fica a 15 km de Vitória, a capital do Estado.
Peixoto diz aos fiéis que o poder de suas orações fazem com que eles percam até 15 quilos em menos de meia hora. Trata-se, segundo o pastor, da “lipoaspiração divina”.
Cariacica tem mais de 340 mil habitantes e fica a 15 km de Vitória, a capital do Estado.
O jornal A Tribuna, de Vitória, não conseguiu localizar ninguém que tenha emagrecido por intermédio da lipo de Deus, mas a secretária escolar Rosalina, 54, informou que, após o culto, “sentiu uma leveza interior muito grande”.
A comerciante Sandra Santos, 30, é outra que não perdeu nenhum quilinho, mas, mesmo assim, ela saiu do templo se “sentindo mais leve”.
A comerciante Carla Oliveira, 40, afirmou esperar que as orações diminuam os seus seios. Ela não duvida do poder das orações do pastor porque, disse, já obteve, com elas, a cura de um câncer.
A comerciante Sandra Santos, 30, é outra que não perdeu nenhum quilinho, mas, mesmo assim, ela saiu do templo se “sentindo mais leve”.
A comerciante Carla Oliveira, 40, afirmou esperar que as orações diminuam os seus seios. Ela não duvida do poder das orações do pastor porque, disse, já obteve, com elas, a cura de um câncer.
O pastor afirmou ter descoberto que as orações emagrecem por acaso, há 20 anos. “Um dia, quando eu orava, as pessoas dormiram e, quando acordaram, notaram que as roupas estavam largas.”
Peixoto admitiu que algumas pessoas acham que a lipo divina é uma enganação. Mas argumentou que não dá para explicar o poder da fé, como no caso de uma mulher de 200 quilos que perdeu 100 com orações.
Charlatanismo é crime. Mas o charlatão evangélico, como Peixoto e tantos outros, tem o respaldo da lei, em nome da liberdade de crenças. É um crime perfeito.
Charlatanismo é crime. Mas o charlatão evangélico, como Peixoto e tantos outros, tem o respaldo da lei, em nome da liberdade de crenças. É um crime perfeito.
Fonte: A Tribuna / Púlpito Cristão
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Cirurgia Plástica antes do casamento: será?
Por mais que os tempos tenham mudado, o casamento ainda é o grande dia da mulher e do homem. Mesmo gerando aquele trabalho incrível e inúmeras preocupações, no dia do evento os noivos querem estar impecáveis. É aí que entra aquela vontade de realizar cirurgias plásticas antes do casamento.
Segundo Antonio Graziosi, membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS) e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, as cirurgias mais procuradas pelas noivas são implante de prótese nas mamas (mastoplastia de aumento) e lipoaspiração. Já em relação aos noivos, é lipoaspiração. E eles não têm medo de ousar, segundo Graziosi, por geralmente serem jovens, entre 20 e 30 anos, é a primeira cirurgia plástica.
O especialista explica que o aumento na procura pelo procedimento por pessoas prestes a casar vem crescendo devido a três principais fatores. “Primeiro, o aspecto social, todos querem sair bem em fotos e estarem belos. Segundo, a divulgação da cirurgia plástica e a maior quantidade de informação. Terceiro, a crescente segurança da cirurgia plástica”.
No entanto, Graziosi observa uma situação interessante, “O maior percentual de cirurgias relacionadas a casamentos são realizadas nos pais das noivas” comenta. As mais procuradas são de face, em especial nas pálpebras (blefaroplastia).
No entanto, Graziosi observa uma situação interessante, “O maior percentual de cirurgias relacionadas a casamentos são realizadas nos pais das noivas” comenta. As mais procuradas são de face, em especial nas pálpebras (blefaroplastia).
Mas será que é um bom negócio incluir cirurgia plástica no pacote de casamento? A assessora de eventos, Karyn Paiva dos Santos explica que é raro que as noivas que ela assessora “cheguem aos finalmentes” quanto à cirurgia plástica, “Há, sim, a imensa preocupação com aparência e sair bem em fotos, mas elas acabam se preocupando com isso muito em cima da hora”.
Graziosi recomenda fazer a cirurgia, tanto de implante de prótese de mama quanto lipoaspiração, entre outras, com o mínimo de três meses de antecedência. Mas Karym também chama a atenção para questões práticas, “Os três meses devem ser de recuperação e obediência às recomendações médicas, No entanto, antes do casamento, a mulher não para de se preocupar com os preparativos”.
Para a assessora, um ano ou seis meses de antecedência é o ideal e as maiores preocupações são nariz, orelha e culote. Na impossibilidade de fazer a cirurgia, a assessoria de casamento pode ajudar, tratando as fotos ou auxiliando na escolha do vestido “O vestido bem escolhido disfarça muitas ‘gordurinhas’” finaliza.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Próteses com defeito geram pânico
Proibição de uso das próteses de silicone para seios da marca PIP gerou medo e correria às clínicas de cirurgia plástica
Há cerca de 20 anos, as cirurgias para implante de prótese de silicone nos seios era utilizada, na maioria das vezes, em casos de mastectomia (cirurgia de retirada do seio devido a câncer de mama). Com a evolução da tecnologia e medicina, elas se popularizaram e, com a proibição das próteses francesas Poly Implant Protèse (PIP) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as clínicas de cirurgia plástica aumentaram abruptamente o número de atendimentos.
O médico e cirurgião plástico João Gabriele, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) que trabalha em Bauru conta que muitas pacientes se desesperaram, mesmo sabendo que a prótese implantada nelas não era a PIP.
“O que aconteceu com as próteses PIP foi que a Anvisa fez um controle e percebeu que elas não preenchiam alguns pré-requisitos para serem comercializadas com fins médicos. Basicamente, as próteses têm um invólucro de silicone com conteúdo de silicone chamado gel coesivo. Estas não tinham resistência suficiente, podendo se romper com mais facilidade, por exemplo. O silicone que tinha dentro delas também não era adequado e poderia causar problemas, caso a prótese se rompesse”.
“Desde 2010 a orientação é de que essa (marca) não fosse mais utilizada. A grande preocupação em relação a estas próteses é o risco de uma ruptura. Elas eram muito utilizadas no sul do Brasil, e não na nossa região”, acrescentou.
Sem alarde
O fato das próteses da marca PIP não serem atestadas pela Anvisa não deve gerar pânico nas mulheres, segundo o cirurgião plástico João Gabriele.
“Quando acontece a ruptura desta prótese, geralmente o local apresenta dor, inchaço, vermelhidão e certo desconforto, mas algumas rupturas também não causam nada. A indicação é manter os exames de rotina e, se a mulher perceber qualquer alteração, procurar seu cirurgião ou médico de confiança. Não há necessidade de pânico”, frisa.
‘Cautelosa’
A assessora Lucymara Rodrigues, que possui prótese de silicone nos seios há quatro anos, diz que está apenas cautelosa com as informações que recebeu sobre as próteses com problemas.
“Não é tudo o que eu leio que acredito. A minha prótese não é esta (da marca PIP), então vou esperar e, se acontecer algo, vou procurar o meu médico. Por mais que os médicos digam a procedência da prótese, é difícil acreditar, não tem como sabermos. Temos apenas que confiar. Como tudo que está na moda, isso preocupa e vou tomar as precauções necessárias”.
Há cerca de 20 anos, as cirurgias para implante de prótese de silicone nos seios era utilizada, na maioria das vezes, em casos de mastectomia (cirurgia de retirada do seio devido a câncer de mama). Com a evolução da tecnologia e medicina, elas se popularizaram e, com a proibição das próteses francesas Poly Implant Protèse (PIP) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as clínicas de cirurgia plástica aumentaram abruptamente o número de atendimentos.
O médico e cirurgião plástico João Gabriele, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) que trabalha em Bauru conta que muitas pacientes se desesperaram, mesmo sabendo que a prótese implantada nelas não era a PIP.
“O que aconteceu com as próteses PIP foi que a Anvisa fez um controle e percebeu que elas não preenchiam alguns pré-requisitos para serem comercializadas com fins médicos. Basicamente, as próteses têm um invólucro de silicone com conteúdo de silicone chamado gel coesivo. Estas não tinham resistência suficiente, podendo se romper com mais facilidade, por exemplo. O silicone que tinha dentro delas também não era adequado e poderia causar problemas, caso a prótese se rompesse”.
“Desde 2010 a orientação é de que essa (marca) não fosse mais utilizada. A grande preocupação em relação a estas próteses é o risco de uma ruptura. Elas eram muito utilizadas no sul do Brasil, e não na nossa região”, acrescentou.
Sem alarde
O fato das próteses da marca PIP não serem atestadas pela Anvisa não deve gerar pânico nas mulheres, segundo o cirurgião plástico João Gabriele.
“Quando acontece a ruptura desta prótese, geralmente o local apresenta dor, inchaço, vermelhidão e certo desconforto, mas algumas rupturas também não causam nada. A indicação é manter os exames de rotina e, se a mulher perceber qualquer alteração, procurar seu cirurgião ou médico de confiança. Não há necessidade de pânico”, frisa.
‘Cautelosa’
A assessora Lucymara Rodrigues, que possui prótese de silicone nos seios há quatro anos, diz que está apenas cautelosa com as informações que recebeu sobre as próteses com problemas.
“Não é tudo o que eu leio que acredito. A minha prótese não é esta (da marca PIP), então vou esperar e, se acontecer algo, vou procurar o meu médico. Por mais que os médicos digam a procedência da prótese, é difícil acreditar, não tem como sabermos. Temos apenas que confiar. Como tudo que está na moda, isso preocupa e vou tomar as precauções necessárias”.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Plástica deixa contorno das coxas mais natural
Emagrecer é um sacrifício e depois de fechar a boca, fazer exercícios físicos e recorrer a outras estratégias para perder peso às vezes é necessário ir para a mesa de cirurgia para retirar a pele flácida. Barriga, braços e pernas estão entre as regiões que podem ficar com excesso de pele após grandes perdas de peso ou o chamado efeito sanfona.
“As coxas, por exemplo, possuem uma pele mais fina na parte interna e por isso não conseguem contraí-la após o emagrecimento, resultando em um aspecto flácido”, explica o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco.
Para retirar o excesso de pele das coxas é possível fazer uma dermolipectomia, nome dado ao procedimento que corrige as imperfeições da região, deixando-a com aparência mais natural e com menos flacidez.
“A gordura excedente também é retirada durante a intervenção cirúrgica. Dependendo da espessura de gordura que reveste o corpo é necessário associar outras técnicas a operação, como a lipoescultura, para que os resultados sejam mais satisfatórios”, esclarece o médico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Segundo Pacheco, a dermolipectomia abrange apenas o terço superior da parte interna da coxa. O cirurgião faz um corte sobre a linha da virilha e a pele é puxada para cima, assim o excesso pode ser retirado. “A cicatriz fica próxima a virilha e pode se estender até o sulco localizado abaixo do glúteo. O tamanho da marca depende da quantidade de pele que será eliminada e o cirurgião plástico sempre faz um planejamento que possibilite que a cicatriz fique escondida sob as roupas de banho”, aponta o especialista, mestre em Princípios da Cirurgia utilizando o laser.
A anestesia utilizada para este tipo de cirurgia plástica é a peridural com sedação ou geral e o paciente normalmente fica internado por 12 a 24 horas, conforme a sua recuperação e as orientações médicas. “É uma intervenção cirúrgica um pouco mais longa, que dura entre três e quatro horas. São feitos curativos na região e os pontos podem ser retirados duas semanas após a realização do procedimento. Dois dias após a operação o paciente é liberado para tomar banho completo, sem haver prejuízos aos resultados e a saúde”, destaca Pacheco, proprietário da Clínica Michelangelo de Cirurgia Plástica, em Curitiba.
No período de recuperação as principais recomendações são sobre a movimentação das pernas, já que quanto mais tração houver sobre a cicatriz, maior será o seu alargamento. O paciente é orientado a evitar movimentos excessivos, especialmente abrir muito as pernas. “Nos primeiros menos é comum haver um alargamento da cicatriz devido à tração natural que ocorre ao andar e também por causa da gravidade. Geralmente na primeira semana é preciso tomar antibióticos que ajudam a evitar quadros infecciosos e aliviam as sensações dolorosas”, acrescenta.
O resultado definitivo pode ser visto depois que os tecidos se acomodam e a cicatriz obtém o amadurecimento necessário. Este processo leva em torno de seis meses. “O resultado surge gradualmente. No primeiro mês a cicatriz possui um bom aspecto e é pouco visível. Com o passar do tempo a marca muda de cor, do vermelho para o marrom, e vai clareando naturalmente. O processo de cicatrização não pode ser apressado e o paciente deve tomar todos os cuidados, como evitar a exposição solar para que a cicatriz não fique escura”, orienta.
Uma dica é fazer drenagem linfática no período pós-operatório. A técnica ajuda a reduzir o inchaço e eventual insensibilidade. A drenagem é benéfica após qualquer cirurgia plástica, pois contribui para a eliminação de líquidos e toxinas do organismo. “A massagem melhora a circulação sanguínea, contribui para aumentar a imunidade do organismo ao estimular o sistema linfático e ajuda o corpo a reagir melhor à cirurgia. A técnica também agiliza o retorno da sensibilidade nas áreas operadas”, finaliza o cirurgião plástico.
sábado, 24 de setembro de 2011
Aumenta 500% a procura de homens por cirurgia plástica
A procura por homens por cirurgia plástica aumentou 500% em 15 anos, segundo pesquisa do Instituto Futura. Eles ainda são minoria nas clínicas de estética, mas representam um número bem expressivo, sendo 14% dos pacientes. A mudança de comportamento é bem clara, quando comparado há 15, 20 anos, quando o grupo representava apenas 3% das cirurgias realizadas no país.
Sem dúvida, a forte procura por tratamentos cirúrgicos vem causando uma evolução natural e constante de novas técnicas para o combate à calvície, cirurgia que a busca predominada por públicos masculinos. É o caso da revolucionária técnica do Fio Longo, onde unidades foliculares com fios de cabelos em seu comprimento original são transplantadas para a área receptora. O procedimento proporciona um confortável pós-operatório, pois camufla os sinais perceptíveis da cirurgia nas duas primeiras semanas, permitindo o retorno imediato ao convívio social e profissional. Outra importante vantagem da utilização da técnica tem relação direta com a autoestima. Logo após o procedimento cirúrgico, já é possível observar um resultado bem próximo de como o visual ficará ao final do processo.
Sem dúvida, a forte procura por tratamentos cirúrgicos vem causando uma evolução natural e constante de novas técnicas para o combate à calvície, cirurgia que a busca predominada por públicos masculinos. É o caso da revolucionária técnica do Fio Longo, onde unidades foliculares com fios de cabelos em seu comprimento original são transplantadas para a área receptora. O procedimento proporciona um confortável pós-operatório, pois camufla os sinais perceptíveis da cirurgia nas duas primeiras semanas, permitindo o retorno imediato ao convívio social e profissional. Outra importante vantagem da utilização da técnica tem relação direta com a autoestima. Logo após o procedimento cirúrgico, já é possível observar um resultado bem próximo de como o visual ficará ao final do processo.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Fisioterapeutas promovem boicote contra a novela 'Morde & Assopra'
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Indignada com uma cena da novela “Morde & Assopra”, da TV Globo, a fisioterapeuta Vanessa Traça criou no Facebook o evento “Boicote ao Auxiliar de Fisioterapia da Novela ‘Morde & Assopra’”.
A polêmica começou após a sequência, veiculada no capítulo dessa quarta-feira (31), em que o menino Rafael (Henry Fiuka) inicia tratamento fisioterapêutico com o personagem Renato (Fernando Roncato), que é apresentado como enfermeiro e auxiliar de fisioterapia.
No manifesto, que até a publicação desta notícia já tinha mais de 5.000 participantes, os internautas pedem uma retratação da TV Globo sobre o assunto. O Crefito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) postou em seu site uma nota de repúdio à cena afirmando que "a fisioterapia é uma profissão de nível superior regulamentada por lei” e que seu exercício “é exclusivo dos profissionais graduados em curso superior de fisioterapia”.
Procurado pelo UOL, o autor da trama, Walcyr Carrasco, disse ter ficado surpreso com o protesto, porque, na verdade, “só quis deixar claro que o enfermeiro não era um fisioterapeuta, mas que contribuiria dentro de suas limitações para amenizar a dor do paciente”.
“Quando ele disse que fez cursos técnicos, não se referiu à fisioterapia em si. Na minha cabeça, ele estava falando de cursos técnicos em terapias alternativas, das quais sou adepto. Mas acho que isso não ficou claro”, falou o autor.
Questionado se pretendia fazer alguma alteração na trama para acabar com o mal entendido, Carrasco declarou que não haverá alteração de trama porque nunca houve trama envolvendo essa situação. “Foi apenas uma cena sobre um menino que tem leucemia e é ajudado pelo enfermeiro dentro de suas possibilidades.”
Minutos depois, em sua conta no microblog Twitter, Carrasco, pressionado pelo que chamou de “patrulha”, disse que iria esclarecer melhor o assunto. E ironizou: “Vou escrever a história de uma fisioterapeuta psicopata que entorta as pessoas em vez de tratar!”
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